Andamos tão silenciosas aqui...
Daí me veio à cabeça - falo por mim, é claro! - o fato de que não tá faltando assunto, propriamente, mas... tá sobrando.
Tá sobrando assunto.
São tantos pensamentos, são tantos os meandros do querer da vez que... diante dele... me calei.
Não consigo - tantas vezes - verbalizar.
Falo muito. Bem verdade.
Mas não tá sendo muito possível dividir com o Mundo tudo o que é.
Na medida do que fica viável dividir, faço.
E a impossibilidade está em não entender o que acontece aqui dentro.
E ok: já decidi desistir de entender. Neste caso...
Mas o que divido não representa este Querer... e quando a coisa é Gigantesca... me calo.
Enquanto tá tudo sobre controle, to falando do assunto.
A partir do momento que perco a mão, a rédea, a noção: não falo nada.
Não falo que é pra nem pensar muito sobre - como se possível fosse...
Isto significa que diante deste Querer, silenciei porque não tenho controle dele. o.O
Isto significa que diante deste Querer, decidi viver.
Isto significa que diante deste Querer, decidi querer.
terça-feira, 24 de maio de 2011
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Do querer mais de uma vez: os grandes amores da vida
A frase de um dos meus alunos numa redação me deixou pensativa: "Elle est devenue le premier grand amour de ma vie" (Ela se tornou o primeiro grande amor de minha vida).
Interessante isso... ainda nao tinha parado p/ pensar q temos muitos grandes amores na vida. Qndo a gente é jovem (como se eu fosse muito velha :P rs, rs) a gente acha q nossa primeira paixão é p/ sempre, q isso nunca vai acabar e se a gente nao é correspondido (o q em geral acontece...) a gente acha q vai morrer, q nunca mais terá um sentimento tão forte novamente. Mas, graças a Deus, no enganamos. A gente se apaixona novamente e de uma forma ainda mais intensa.
Mesmo qndo a gente acha q está velho p/ se apaixonar, a gente cai de novo. Conheci um homem q vivia se apaixonando, mesmo se achando velho (com apenas 36 anos). Atualmente, aos 37, ele está namorando uma menina de 20 anos e afirma q nunca se apaixonou nem amou ninguém como a ama. Dieu merci, repito, a paixão é cada vez diferente e cada vez mais intensa. Parece q quanto mais velhos ficamos, mais fortes são os sentimentos e as sensações...
Me apaixonei fortemente 4 vezes até hj e amei 2 vezes. O primeiro grande amor foi aos meus 11 anos. Lindinho e popular. Me ignorava. Acho q é por isso q me apaixonei tanto... :P O segundo foi um professor (sei q é clichê, mas é vdd...) Pensava nele dia e noite, até q ele sumiu de minha mente. O terceiro foi um rapaz q tinha acabado de completar 17 anos 2 dias antes de nossa conversa no hall da escola dele (meu namorado atual, por quem me apaixonei novamente, depois da quarta paixão q conto a seguir). O quarto cara por quem me apaixonei, me destruiu. Prefiro nao comentar, mas foi alguém q amei muito. O segundo cara q amei.
Podemos dizer q meu terceiro grande amor é tb o quinto e o primeiro (e espero q seja o último). O primeiro q realmente amei. O último a quem quero ter me entregue de cabeça e, o mais importante, de coração. Pq ele é o ultimo q amei e q amo.
Interessante isso... ainda nao tinha parado p/ pensar q temos muitos grandes amores na vida. Qndo a gente é jovem (como se eu fosse muito velha :P rs, rs) a gente acha q nossa primeira paixão é p/ sempre, q isso nunca vai acabar e se a gente nao é correspondido (o q em geral acontece...) a gente acha q vai morrer, q nunca mais terá um sentimento tão forte novamente. Mas, graças a Deus, no enganamos. A gente se apaixona novamente e de uma forma ainda mais intensa.
Mesmo qndo a gente acha q está velho p/ se apaixonar, a gente cai de novo. Conheci um homem q vivia se apaixonando, mesmo se achando velho (com apenas 36 anos). Atualmente, aos 37, ele está namorando uma menina de 20 anos e afirma q nunca se apaixonou nem amou ninguém como a ama. Dieu merci, repito, a paixão é cada vez diferente e cada vez mais intensa. Parece q quanto mais velhos ficamos, mais fortes são os sentimentos e as sensações...
Me apaixonei fortemente 4 vezes até hj e amei 2 vezes. O primeiro grande amor foi aos meus 11 anos. Lindinho e popular. Me ignorava. Acho q é por isso q me apaixonei tanto... :P O segundo foi um professor (sei q é clichê, mas é vdd...) Pensava nele dia e noite, até q ele sumiu de minha mente. O terceiro foi um rapaz q tinha acabado de completar 17 anos 2 dias antes de nossa conversa no hall da escola dele (meu namorado atual, por quem me apaixonei novamente, depois da quarta paixão q conto a seguir). O quarto cara por quem me apaixonei, me destruiu. Prefiro nao comentar, mas foi alguém q amei muito. O segundo cara q amei.
Podemos dizer q meu terceiro grande amor é tb o quinto e o primeiro (e espero q seja o último). O primeiro q realmente amei. O último a quem quero ter me entregue de cabeça e, o mais importante, de coração. Pq ele é o ultimo q amei e q amo.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Do não querer permissividade. Réplica.
| F#$%$ you! |
Outro post que inicialmente era pra ser comentário.
A questão não é só se achar Peter Pan. É se achar. Pensar que é superstar. Há dias tenho pensado nisso e na melhor maneira de expressá-lo. O problema não está só no chá de Sininho que a mamãe deu na boquinha deles, o problema está também nas mulheres anteriores e posteriores a nós que aceitam tudo e mais um pouco desses boçais sendo permissivas até o último fio de cabelo. Mas quer saber? #meucu! Homem que se acha, comigo não tem vez, ainda mais se o que carrega entra as pernas não for minimamente representativo #prontofalei.
Não, eu não sua mãe, sua avó, sua irmã. Não, eu não vou te mimar, te esperar em casa com a comidinha pronta (e quente!) no prato, com sorriso no rosto, como uma verdadeira Amélia, enquanto o seu papel se resume apenas a sentar esta bunda folgada no sofá e ver o futebol.
Não, eu não vou aceitar que você trate o mundo como se fosse periférico e você o centro todo-poderoso-amém. Tem homem que insiste em achar que um sorrisinho maroto, meia dúzia de palavras que ele pensa que a gente quer ouvir e uma piscadinha bastam para que suas vontades sejam atendidas sem delongas, reclamações e questionamentos. Não, não bastam. Não é porque VOCÊ quer, na HORA que quer, do JEITO que quer, que vamos estar disponíveis tal qual cachorrinho que espera ansiosamente o dono e que abana o rabinho freneticamente quando o vê. Chega! Basta! Gritemos palavras de ordem: “Pelo fim da permissividade! Já!”.
Momento escreve que eu te leio (ou não): estes dias fui surpreendida com a capacidade da dissimulação masculina. Há alguns dias convidei um sujeito para ir a um show sem qualquer tipo de intenção, apenas pelo fato de que havia um ingresso sobrando. Convite aceito, o rapaz chega ao local combinado dizendo que era falta de educação da minha parte dizer o valor do ingresso. Oi? Simplesmente só era um dos shows mais aguardados cujos ingressos se esgotaram em questão de horas. Confesso que ele não foi minha primeira opção para o convite, mas eu queria VENDER o ingresso, se ele não queria comprar, ou achou que era obrigação DAR o ingresso, que ficasse em casa. Para este zé-ruela, basta que ele pague o jantar, para que a mulher abra as pernas, afinal, o contrato tácito é este, não? Não, não é. Eu pago os meus ingressos, as minhas contas, cafezinhos, almoços e jantares e decido o que faço com minhas pernas. Não ele. Ou quem quer que seja. E ponto.
Tomada por um momento de cegueira, burrice, estupidez ou idiotice mesmo (só pode ser esta explicação), comentei que talvez tivesse um ingresso pra outro show e o sujeito era só animação. Entre um show e outro: três semanas. Tentei contato telefônico dois dias depois ao primeiro show para um simples almoço no restaurante universitário. Sem resposta. Enviei o link para download do cd do segundo show via facebook. Sem resposta. Eis que encontro o sujeitinho na semana do show (infelizmente nosso universo de contatos permite isso) e ele era todo sorrisos e intenções. Mecum cogito: oi? Ignora meu contato por dias e agora só porque tem interessante eu volto a constar na sua lista. Oi? Você é que tem de constar na minha!!! Neste momento decidi não que ia ser permissiva e aturar esta atitude infantil de só querer o brinquedinho quando interessa. Inventei qualquer desculpa e disse que não iria rolar. Sabe qual foi a reação? Fazer bico e birra tal como uma criança. Cresça e apareça, zé-ruela. Quem canta no meu galinheiro sou eu e o pintinho que você é, jamais terá vez! #prontofalei
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