"Hay que tener cojones", essa é uma das máximas da minha vida. Reclamo da falta de cojones alheios, mas sei reconhecer a falta própria.
Diz-se que há colhão aquele ou aquela que tem tenacidade, coragem, que "peita" tudo e todos.
Faltam cojones para terminar relacionamentos que só (ou na maior parte do tempo) nos fazem infelizes. E tudo porque pensamos no outro ou transferimos nossas fraquezas e medos pro outro, dizendo que tudo é uma fase ou que apesar de tudo não é tão ruim assim e que não pode por fim assim, de supetão, como quem arranca um Band-Aid. Há histórias escritas. E por se escrever: pessoas, sentimentos.
Faltam cojones para mudar de profissão, mudar de vida, mudar aquele comportamento nocivo de se autossabotar... porque depois vem a felicidade e o quê se faz dela? O que fazer além da felicidade? Tão acostumados com o aquém, esquecemo-nos que também é possível viver sob outros moldes, outras perspectivas.
Faltam cojones para reconhecer a própria 'ausência de' porque, ao detectar o problema, há de se fazer algo a respeito: hay que tener cojones e não fugir da raia.
Ainda me falta. Apesar de.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
sábado, 5 de novembro de 2011
Do curar-se.
Segundo Schiller, "quem alguma vez sobreviveu a um Grande Amor é feliz até a morte... e infeliz porque dele se curou".
Nada mais doloroso nesta Vida.
Grandes Amores.
No Viver.
No deixar de viver.
Amor de Mãe.
Amor de Filho.
Amor de Grandes Amigos.
Amor... Amor de Grande Amor.
Aquele. Que todo Mundo busca enquanto finge querer outra coisa da Vida.
Pode-se passar a Vida fugindo do Mundo.
Pode-se não se envolver nunca.
Pode-se viver só rodeado de Amigos.
Pode-se não querer ter nem a Eles.
Pode-se não sair da barra da saia da Mãe.
Pode-se viver pros Cães e Gatos.
Pode-se não querer viver pra ninguém.
Só não se pode... não se consegue... fugir de si.
E... por definição, Humano é Matilha.
E nela, sempre tem o oposto que se destaca.
É nesta hora que não dá pra fugir.
Não dá pra fingir.
Conscientemente, até acontece. E se consegue.
Emocionalmente: só o próprio Indivíduo pode avaliar o preço.
Cura.
Pra quê?
Muda-se o nome da 'doença'.
E só.
O correto seria se pensar mesmo é na Morte.
Ninguém deixaria pra trás O Contato.
Não prorrogaria A Hora.
Não sublimaria O Sentimento.
Não relativizaria O Encontro.
Ah!
O Encontro...
Nada mais doloroso nesta Vida.
Grandes Amores.
No Viver.
No deixar de viver.
Amor de Mãe.
Amor de Filho.
Amor de Grandes Amigos.
Amor... Amor de Grande Amor.
Aquele. Que todo Mundo busca enquanto finge querer outra coisa da Vida.
Pode-se passar a Vida fugindo do Mundo.
Pode-se não se envolver nunca.
Pode-se viver só rodeado de Amigos.
Pode-se não querer ter nem a Eles.
Pode-se não sair da barra da saia da Mãe.
Pode-se viver pros Cães e Gatos.
Pode-se não querer viver pra ninguém.
Só não se pode... não se consegue... fugir de si.
E... por definição, Humano é Matilha.
E nela, sempre tem o oposto que se destaca.
É nesta hora que não dá pra fugir.
Não dá pra fingir.
Conscientemente, até acontece. E se consegue.
Emocionalmente: só o próprio Indivíduo pode avaliar o preço.
Cura.
Pra quê?
Muda-se o nome da 'doença'.
E só.
O correto seria se pensar mesmo é na Morte.
Ninguém deixaria pra trás O Contato.
Não prorrogaria A Hora.
Não sublimaria O Sentimento.
Não relativizaria O Encontro.
Ah!
O Encontro...
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