quarta-feira, 4 de maio de 2011

Do não querer permissividade. Réplica.

F#$%$ you!
Outro post que inicialmente era pra ser comentário.

A questão não é só se achar Peter Pan. É se achar. Pensar que é superstar. Há dias tenho pensado nisso e na melhor maneira de expressá-lo. O problema não está só no chá de Sininho que a mamãe deu na boquinha deles, o problema está também nas mulheres anteriores e posteriores a nós que aceitam tudo e mais um pouco desses boçais sendo permissivas até o último fio de cabelo. Mas quer saber? #meucu! Homem que se acha, comigo não tem vez, ainda mais se o que carrega entra as pernas não for minimamente representativo #prontofalei.

Não, eu não sua mãe, sua avó, sua irmã. Não, eu não vou te mimar, te esperar em casa com a comidinha pronta (e quente!) no prato, com sorriso no rosto, como uma verdadeira Amélia, enquanto o seu papel se resume apenas a sentar esta bunda folgada no sofá e ver o futebol.

Não, eu não vou aceitar que você trate o mundo como se fosse periférico e você o centro todo-poderoso-amém. Tem homem que insiste em achar que um sorrisinho maroto, meia dúzia de palavras que ele pensa que a gente quer ouvir e uma piscadinha bastam para que suas vontades sejam atendidas sem delongas, reclamações e questionamentos. Não, não bastam. Não é porque VOCÊ quer, na HORA que quer, do JEITO que quer, que vamos estar disponíveis tal qual cachorrinho que espera ansiosamente o dono e que abana o rabinho freneticamente quando o vê. Chega! Basta! Gritemos palavras de ordem: “Pelo fim da permissividade! Já!”.

Momento escreve que eu te leio (ou não): estes dias fui surpreendida com a capacidade da dissimulação masculina. Há alguns dias convidei um sujeito para ir a um show sem qualquer tipo de intenção, apenas pelo fato de que havia um ingresso sobrando. Convite aceito, o rapaz chega ao local combinado dizendo que era falta de educação da minha parte dizer o valor do ingresso. Oi? Simplesmente só era um dos shows mais aguardados cujos ingressos se esgotaram em questão de horas. Confesso que ele não foi minha primeira opção para o convite, mas eu queria VENDER o ingresso, se ele não queria comprar, ou achou que era obrigação DAR o ingresso, que ficasse em casa. Para este zé-ruela, basta que ele pague o jantar, para que a mulher abra as pernas, afinal, o contrato tácito é este, não? Não, não é. Eu pago os meus ingressos, as minhas contas, cafezinhos, almoços e jantares e decido o que faço com minhas pernas. Não ele. Ou quem quer que seja. E ponto.

Tomada por um momento de cegueira, burrice, estupidez ou idiotice mesmo (só pode ser esta explicação), comentei que talvez tivesse um ingresso pra outro show e o sujeito era só animação. Entre um show e outro: três semanas. Tentei contato telefônico dois dias depois ao primeiro show para um simples almoço no restaurante universitário. Sem resposta. Enviei o link para download do cd do segundo show via facebook. Sem resposta. Eis que encontro o sujeitinho na semana do show (infelizmente nosso universo de contatos permite isso) e ele era todo sorrisos e intenções. Mecum cogito: oi? Ignora meu contato por dias e agora só porque tem interessante eu volto a constar na sua lista. Oi? Você é que tem de constar na minha!!! Neste momento decidi não que ia ser permissiva e aturar esta atitude infantil de só querer o brinquedinho quando interessa. Inventei qualquer desculpa e disse que não iria rolar. Sabe qual foi a reação? Fazer bico e birra tal como uma criança. Cresça e apareça, zé-ruela. Quem canta no meu galinheiro sou eu e o pintinho que você é, jamais terá vez! #prontofalei

4 comentários:

  1. Nada mais significativo q Lady Gaga empunhando esse magnífico dedo para o mundo rs, rs
    Cal, te dou todo apoio nesse texto aí. Acho q a mulher só deve fazer comidinha, abanar o rabinho e abrir as pernas se estiver a fim. Assim como o cara só deve pagar o jantar se estiver a fim. Já saí com um cara q não quis pagar o jantar, mas dividir (na vdd pq eu sugeri). Aliás, eu sempre sugiro de meio-a-meio nos encontros ou eu mesma pago. Pagar me dá uma sensação de poder (pode parecer bizarro, coisa de mulher-macho, mas eu curto pagar). Claro q prefiro q o cara seja cavalheiro, mas eu pagando, mostro q tenho poder ali e q sei o q quero (pelo menos gostaria q o cara interpretasse isso... rs) Enfim, o q nao suporto MESMO é homem se fazendo de coitado... Só sou mamãe qndo quero, assim como acho bom q ele só seja papai qndo ele quer (pq, venhamos e convenhamos, "papai e mamae" o tempo todo nao tem graça, se é q vcs me entendem... ;)

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  2. Hey, o texto é meu! hahahaha Poxa vida, confundindo autoria? Às vezes eu pago, às vezes divido, às vezes deixo o cara pagar (se for namorado, claro!). O importante é fazer aquilo que a gente quer, independentemente do que o cara vai pensar. Sou da filosofia de não passar vontade, porque a vida é hoje! :)

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  3. Mas meu... vc escreveu q nem a Cal! rs, rs Desculpa... rs, rs Acho q só eu tenho estilo diferente :P rs

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  4. Gente: tá muito parecido mesmo com meus textos! Adorei. Rs.

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