A frase de um dos meus alunos numa redação me deixou pensativa: "Elle est devenue le premier grand amour de ma vie" (Ela se tornou o primeiro grande amor de minha vida).
Interessante isso... ainda nao tinha parado p/ pensar q temos muitos grandes amores na vida. Qndo a gente é jovem (como se eu fosse muito velha :P rs, rs) a gente acha q nossa primeira paixão é p/ sempre, q isso nunca vai acabar e se a gente nao é correspondido (o q em geral acontece...) a gente acha q vai morrer, q nunca mais terá um sentimento tão forte novamente. Mas, graças a Deus, no enganamos. A gente se apaixona novamente e de uma forma ainda mais intensa.
Mesmo qndo a gente acha q está velho p/ se apaixonar, a gente cai de novo. Conheci um homem q vivia se apaixonando, mesmo se achando velho (com apenas 36 anos). Atualmente, aos 37, ele está namorando uma menina de 20 anos e afirma q nunca se apaixonou nem amou ninguém como a ama. Dieu merci, repito, a paixão é cada vez diferente e cada vez mais intensa. Parece q quanto mais velhos ficamos, mais fortes são os sentimentos e as sensações...
Me apaixonei fortemente 4 vezes até hj e amei 2 vezes. O primeiro grande amor foi aos meus 11 anos. Lindinho e popular. Me ignorava. Acho q é por isso q me apaixonei tanto... :P O segundo foi um professor (sei q é clichê, mas é vdd...) Pensava nele dia e noite, até q ele sumiu de minha mente. O terceiro foi um rapaz q tinha acabado de completar 17 anos 2 dias antes de nossa conversa no hall da escola dele (meu namorado atual, por quem me apaixonei novamente, depois da quarta paixão q conto a seguir). O quarto cara por quem me apaixonei, me destruiu. Prefiro nao comentar, mas foi alguém q amei muito. O segundo cara q amei.
Podemos dizer q meu terceiro grande amor é tb o quinto e o primeiro (e espero q seja o último). O primeiro q realmente amei. O último a quem quero ter me entregue de cabeça e, o mais importante, de coração. Pq ele é o ultimo q amei e q amo.
Esse desnudar-se me encanta, Terra.
ResponderExcluirE acho que é isso: a maior paixão, o maior amor: sempre o que vivemos naquele momento de referência.
Porque quando não mais for o do momento referencial: tá na hora de trocar de vida. Trocar de amor. Trocar o rumo.
E trocar nem sempre significa deixar de amar. Mas... permitir ao amor mudar de tom.
Todo mundo que passou pela minha vida, continuo amando. Alguns de longe - sem nem mesmo saber de. Outros, de perto.
Mudou tão somente o tom. E que bom que é possível perceber isto. E fazer algo a respeito.
:)